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Para qualquer lado que nos viremos, encontramos oportunistas, incompetentes e agentes de má-fé. Nos tempos que correm viver em Portugal é um sacrifício que aos poucos e poucos nos vai corroendo a esperança. É certo que o Mundo também não está nada bem mas nós conseguimos distinguir-nos entre os piores. Ano, após ano. Governo, após governo. É fado, é doença? Será Portugal ingovernável? Mas porque razão é que os nossos dirigentes políticos, não importa o partido, acabam todos a fazer, repetidamente, as mesmas asneiras, escavando mais buracos na barca em que todos estamos? Perdeu-se definitivamente o sentido da moral republicana? O nosso ambiente político-económico cada vez mais recorda a canção do Fausto, "Aquilo é uma tempestade medonha
vai ao fundo |
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A França divulgou, pela primeira vez, a sua lista negra da aviação. As operadoras Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), Air Koryo (Coreia do Norte), Air Saint-Thomas (EUA), International Air Services (Libéria) e Phuket Airlines (Tailândia), estão interditas de sobrevoar o espaço aéreo francês por "não cumprirem as normas decretadas pela Organização Internacional da Aviação Civil". Estranhamente, em Portugal, o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) já garantiu que as companhias aéreas que voam de e para os aeroportos portugueses cumprem todos os requisitos internacionais de segurança. A LAM (Linhas Aéreas de Moçambique) voa para Portugal...Em que ficamos? Segundo a DGAC francesa a LAM não cumpre todos os requisitos internacionais de segurança mas, segundo o nosso INAC, cumpre. É este mais um caso de perseguição francesa a interesses que não se sujeitam à sua tutela? Ou será que o nosso INAC está a sofrer de alguma miopia? É insólito que não figure na lista das companhias interditas pela França nenhuma companhia aérea africana dos países de colonização francesa. Em geral as companhias aéreas africanas não são propriamente conhecidas pelos seus cuidados com a segurança. No entanto a LAM até costuma distinguir-se pela positiva... Em que ficamos? |
Ainda há quem duvide de que os portugueses estão a viver acima das suas posses? Na China a educação dos cidadãos para garantir que não consomem mais do que o estritamente necessário começa bem cedo. E até parece que resulta. Esta chinezinha consegue ler o jornal confortavelmente sentada numa cadeira que qualquer português consideraria demasiado pequena... |
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Por cada 1000 hectares de território nacional há: As razões desta diferença serão muitas... mas |
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| Já é (quase) oficial a decisão de Mário Soares se recandidatar a Belém. Terá esta decisão sido tomada nos jardins do Palácio de Belém?
(os nossos agradecimentos à Galerista a quem surripiámos a imagem base dos manos) |
| Vicente Jorge Silva no DN de hoje: (...) os nossos telejornais exploram um "voyeurismo" macabro e miserabilista, sem quase nenhum esforço de informação útil, mas estimulando em contrapartida os instintos incendiários. O espectáculo é barato e ocupa o vazio de acontecimentos do Verão. (...)Decididamente, os fogos de Verão tornaram-se uma metáfora perfeita das incapacidades e irresponsabilidades nacionais. |
| Quando se trata dos seus interesses a França nunca deixa para amanhã o que pode fazer hoje. Os exemplos são mais do que muitos e, no que respeita à ameaça da Gripe das Aves, ainda nós por cá nem falávamos disso já a França constituía stock de antivirais e preparava um plano de emergência que prevê medidas verdadeiramente draconianas no caso da ocorrência de uma pandemia. Vem isto a propósito da notícia de hoje que, um dia destes, mais mês menos mês, havemos de ver repetida na versão portuguesa. Com sorte, não nos atrasaremos demasiado... Jacques Chirac (Presidente da França) exigiu ontem ao governo francês a "aplicação plena dos princípios de precaução" contra a gripe das aves. Isto para que todos os cidadãos franceses "estejam protegidos ou possam estar prevenidos no caso da propagação da doença".
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E que tal descontrair neste início de fim de semana e saborear um momento de relax inocente? Este, delicioso, fomos buscá-lo ao blog amigo Kaótica que sou. Liguem as vossas colunas de som, cliquem na imagem do hipopótamo, aguardem um pouco e preparem-se para sorrir. ![]() |
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Toda a gente que tem as mãos frias Deve metê-las dentro das pias. Pia número UM
Para quem mexe as orelhas em jejum.Pia número DOIS, Para quem bebe bifes de bois. Pia número TRÊS, Para quem espirra só meia vez. Pia número QUATRO, Para quem manda as ventas ao teatro. Pia número CINCO, Para quem come a chave do trinco. Pia número SEIS, Para quem se penteia com bolos-reis Pia número SETE, Para quem canta até que o telhado se derrete. Pia número OITO, Para quem parte nozes quando é afoito. Pia número NOVE, Para quem se parece com uma couve. Pia número DEZ, Para quem cola selos nas unhas dos pés. E, como as mãos já não estão frias, Tampa nas pias! ![]() |
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As televisões usam tão despudoradamente as imagens apocalípticas que vão recolhendo por este nosso pobre país incendiado que mais parece estarem ao serviço da Besta.Será que os responsáveis editoriais não percebem que a divulgação intensiva de tais imagens junto de algumas mentes doentes lhes suscita a ideia de que seria ainda mais excitante se a terra deles também aparecesse na TV? Aqui fica uma sugestão do tipo de anúncio que, um dia destes, vamos ver (explícito) nos canais de TV. Sim, porque implícito já aí anda a toda a hora! ![]() Apocalipsis 13 1 E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. (...) 13 E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. 14 E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. (...) 18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. |
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Título de notícia no DN de hoje: Já sabíamos que "a Europa" eram os outros. Agora até a meteorologia e os critérios editoriais do Diário de Notícias nos confirmam isso mesmo. |
![]() Dizer que "a Justiça é cega" significa que os juízes devem fazer tudo para não ver? DN: "(...) Seja como for, certo é que os juízes, segundo uma fonte policial, não têm aplicado em alguns casos em que é notória a inimputabilidade do suspeito, a Lei de Saúde Mental. Um diploma que prevê o internamento compulsivo, de modo a que o arguido seja submetido a um tratamento. É que, apesar de não existir um "perfil tipo" do incendiário, em muitos casos os autores dos crimes não têm revelado perante as autoridades uma perfeita consciência da consequência dos actos. Nalguns casos, chegam a mesmo a confessar o crime, limitando-se a dizer que gostam de ver o fogo. Por outro lado, há ainda a questão da execução das penas. Segundo a mesma fonte, um incendiário condenado a pena efectiva, mesmo considerando o limite máximo (10 anos), nunca a cumpre na totalidade e acaba por regressar ao exterior sem qualquer tipo de acompanhamento psiquiátrico na prisão. (...)" |
![]() TRRIIIMM... TRRIIIMM... TRRIIIMM... Responde o atendedor de chamadas da Casa de Saúde: "Obrigado por ter ligado para a Linha de Saúde Mental, a sua companhia para os momentos de maior loucura"
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"Mais do que os erros, o que mina a credibilidade da acção política é a incoerência entre o que se exige aos cidadãos e o que se pratica no exercício de cargos de poder" Helena Roseta, Visão de 11 a 17 de Agosto Quando chegará o dia em que os nossos políticos se convencem da justeza da asserção acima? É algo que devia fazer parte do curso mais elementar de introdução à acção política. Mas não... Os nossos dirigentes políticos, infelizmente, parece estarem convencidos que os seus concidadãos são uma massa amorfa, talvez diminuídos mentais, que não se apercebem das incoerências entre o que os seus dirigentes dizem e o que fazem. Mau! Muito mau... É tempo de se evitar erros crassos como a nomeação de Armando Vara para um lugar na Administração da CGD, lugar para que, obviamente, não tem qualquer qualificação aceitável. Andámos a criticar a nomeação de Celeste Cardona para agora o Governo Socialista cometer o mesmo tipo de asneirada? E quanto à atribuição de subsídio de alojamento ao Ministro das Finanças? Não era por demais óbvio que a permanência de Teixeira dos Santos, há mais de 10 anos, em lugares que impõem a sua presença em Lisboa não é, de todo, compatível com a atribuição de subsídio de alojamento justificado por ter residência (oficial) a mais de 100 km da capital? E isto é verdade ainda que, em termos estritamente formais, a atribuição do subsídio possa afigurar-se impecavelmente correcta. É bem conhecido o velho expediente usado na tropa em que os oficiais de um dado quartel numa cidade moravam (oficialmente) em lugares distantes e os que moravam (oficialmente) nessa cidade eram "colocados" num quartel distante. Assim todos recebiam o respectivo subsídio de deslocamento. Aumentava-se o vencimento e como o sistema era generalizado não ofendia(?)... Mas se isso era feito com descontracção, mais ou menos às claras, há que ter a percepção que quando se quer moralizar o sistema não se pode cometer a mais leve infracção. Nem sequer permitir que pareça que se está a cometer uma infracção. Já nos tempos de Roma se sabia que a mulher de César não só tinha de ser honesta como, para além disso, também tinha de parecer honesta! |
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VilaMoura costumava ser um local onde a presunção andava de mãos dadas com o dinheiro (muito) e onde as instalações públicas eram tratadas com cuidados pouco habituais no restante Algarve. Este ano algo aconteceu. O primeiro sintoma disso foi o relegar da Feira do Livro para um terreno que fica muito longe do centro, no extremo mais afastado da Marina. Antes a Feira do Livro costumava ser instalada numa zona central, num terreno anexo ao Casino. Este ano esse terreno permaneceu desocupado - como parece acontecer durante o resto do ano - enquanto a Feira do Livro foi enviada para uma zona quase inacessível...Os sintomas seguintes apareceram sob a forma de abandono e desleixo na conservação de equipamentos de utilização pública. Veja-se estado em que se encontra um banco de jardim na zona ajardinada que existe entre os vários hotéis e o MacDonalds.O recipiente que em tempos servia para fornecer sacos de plástico aos donos dos (muitos) cães que por ali passeiam está no estado que se pode ver.Mas o mais grave de tudo passa-se no parque infantil. No parque infantil o desleixo já tem componentes criminosas. Passadiços fixos ou ondulantes onde faltam tábuas, baloiços com peças metálicas com arestas vivas, de tudo ali há. Só falta mesmo acontecer algum acidente grave. E ninguém parece preocupar-se com os riscos que as crianças correm. ![]() O que se terá passado? O que terá ocorrido que levou a este desleixo com os equipamentos públicos de VilaMoura? Terá alguma coisa a ver com a venda que se deu da LusoTur a investidores espanhóis? |