![]() Em dia de Folia enterremos o Entrudo antes que nos enterrem a nós! |
![]() Embaixada dinamarquesa em Beirute incendiada por uma multidão onde um em cada três manifestantes tinha vindo da Síria Miguel Sousa Tavares continua a contribuir com a sua escrita limpída para colocar os pontos nos is... e ele há tantos sem pinta:
«(...) E temos, no extremo oposto, do lado da tradicionalíssima ultradireita católica portuguesa, o pensamento lapidar de um Jaime Nogueira Pinto, que aqui expôs (EXPRESSO), na semana passada, a fantástica tese de que tudo isto que estamos a viver - a crise dos «cartoons», as multidões ululantes dos países muçulmanos queimando Embaixadas e apelando ao terrorismo em manifestações de rua nas próprias capitais do Ocidente - é uma conspiração sabiamente montada pelos ateus contra os homens de fé e destinada a impor a estes os seus horrendos valores (ou melhor, a ausência deles), entre os quais se inclui até, imagine-se, a pedofilia! Pelo que, não há outra solução que não a de os «homens de fé» - cristãos e muçulmanos - se unirem para derrotar a grande conspiração universal dos que não têm nem Deus nem valores morais. |
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O Poupas está muito desgostoso. Disseram-lhe que a União Europeia ia obrigá-lo a ficar fechado dentro de casa e impedi-lo de passear à vontade pela Rua Sésamo... |
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UE ordena abate de aves doentes:
A União Europeia ordenou o abate obrigatório de todas as aves nas explorações europeias onde seja detectado o vírus da gripe das aves e o estabelecimento de zonas de risco. O objectivo é evitar a propagação da doença. Caso seja detectado ou exista a suspeita de casos da doença numa exploração europeia, as normas comunitárias obrigam ao abate de todas as aves ali existentes e, eventualmente, nos locais de criação vizinhos. As medidas prevêem, ainda, o estabelecimento de um perímetro de protecção de três quilómetros e de vigilância de dez quilómetros em torno da zona afectada, bem como a definição de áreas de risco em torno destas.
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Há por aí muitos pintores a tentar apresentar a produção de energia nuclear como uma solução "verde", amiga do ambiente. Importa analisar com o maior dos cuidados os seus argumentos e ter sempre presente que continua a não se saber resolver o problema dos resíduos radioactivos... O debate sobre a Energia Nuclear e a sua eventual necessidade está de novo aí. Por nós tudo bem. Se há dados novos a ter em consideração e outros, antigos, a reponderar, vamos a isso. Mas não nos deixemos iludir pelos cantos de sereia dos eternos defensores do nuclear. O lobby nuclear já foi muito forte em todo o mundo. Depois, fruto de muitos incidentes e alguns acidentes tiveram de moderar a sua acção. Mas o vício de tentar forçar uma decisão sem analisar cuidadosamente todos os dados do problema persiste. Por isso, tome-se nota do que diz Sergio Figueiredo no JN: «(...)É verdade que (...) temos um problema real e muito sério com a escalada do petróleo, porque somos o país europeu mais vulnerável à oscilação do seu preço. Mas não precisamos, como ouvimos o líder da CIP dizer, desesperadamente, de energia nuclear para reduzir aquela factura. |
![]() No fio da navalha, é onde todos andamos a passear há já uns tempos... Aos poucos vamo-nos apercebendo, um pouco melhor, dos riscos que estamos a correr. Soube-se agora que a reserva que Portugal tem do único anti-vírus com alguma capacidade de ajudar no caso de uma epidemia de Gripe Aviária (estirpe humana) apenas dará para "tratar" 11000 doentes. Estamos longe, muito longe, dos 25% da população que a OMS recomenda. Estamos tão longe que só podemos dar graças aos céus por, até ver, a estirpe humana da Gripe Aviária ser apenas uma ameaça no horizonte. Mas, note-se bem, estivessem os céus contra nós e já poderíamos estar a enfrentar neste preciso momento uma pandemia para a qual não estaríamos minimamente preparados. Vamos aguardar. E ter esperança que a ameaça seja só isso o maior intervalo de tempo possível até que os atrasos na nossa preparação sejam compensados. Porque se assim não for... Diário de Notícias: «(...)Um armazém na zona de Lisboa guarda a sete chaves a reserva portuguesa do medicamento mais eficaz no combate à gripe das aves. Uma reserva pequena: 110 mil doses de Tamiflu, que apenas permitem o tratamento de 11 mil pessoas. Ou seja, a disponibilidade imediata de antivirais do país está longe de cobrir 25% da população, como foi aconselhado pela OMS. A Direcção-Geral da Saúde garante que, para já, esta quantidade de medicamento é suficiente. ![]() |
![]() João Marques de Almeida, Director do Instituto de Defesa Nacional, fala-nos no JN do "Islão" e do que é que ele de facto é. «(...)Veja-se o caso dos direitos fundamentais dos cidadãos muçulmanos, um tema muito debatido. De acordo com os valores das sociedades europeias, esses direitos não têm origem na identidade religiosa mas na condição humana, cuja dignidade é reconhecida pelos Estados através da figura da cidadania. ![]() |
![]() ![]() ![]() É fácil: um homicídio! ![]()
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"Fim da caça pode prejudicar controlo da gripe das aves" diz hoje o DN...Será assim? Vejam o cartoon! Passem o cursor por cima do dito para perceberem melhor. ![]() |
![]() Algures na Secção de Atendimento de Clientes de uma Empresa Moderna (TV-CABO?) |
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Vicente Jorge Silva, no DN, faz algumas reflexões sobre a liberdade de expressão que, na visão de alguns políticos da nossa praça, deve ser de geometria variável: se for para dizer o que pensamos sobre, p. ex., os energúmenos neo-nazis podemos falar à vontade, mas se quisermos protestar contra os islamitas fanáticos que tentam interferir e dominar o nosso modo de pensar — na nossa própria casa, na nossa própria terra — já teremos de nos reprimir... Nesta situação em que as ameaças, explícitas, já se dão ao luxo de definir o que podemos ou não fazer no nosso próprio território há que manter a calma e lembrar que a guerra não se procura e deve, tanto quanto possível, ser evitada... mas não à custa da sujeição dos nossos princípios aos "valores" de uma multidão fanática que — não nos iludamos — visa dominar o mundo.«(...)E como aceitar que nos tomem a todos por tolos quando se pretende que entre o recente discurso do Presidente da República em Évora, em defesa da liberdade de expressão, e as declarações de Freitas do Amaral, justificando a fúria islâmica contra o agressor ocidental, não existe nenhuma contradição ou dissonância, pondo em causa a credibilidade externa do país? |
Fernando Sobral no Jornal de Negócios alerta para os riscos, TREMENDOS, que estão associados a esta ideia do "Cartão Único". Nós, como muitos outros, já nos pronunciámos contra esta ideia. Para quando o movimento de repulsa popular que ela tanto merece?«Ninguém tem uma bola de cristal para ver o futuro. O Governo, aparentemente, quer criar um cartão transparente para ver o presente de todos os portugueses. Isto é, quer tornar-se um Big Brother capaz de velar pelos pecados dos portugueses. Num país onde — estamos fartos de saber! — se fazem escutas telefónicas sem controlo, o Cartão Único só pode mesmo vir a degenerar num instrumento de perseguição e limitação da liberdade. |
«(...)A controvérsia sobre as imagens no cristianismo durou séculos e a chamada crise iconoclasta desembocou por vezes em perseguições violentas. Foi com o concílio de Niceia II (787) que, com base na encarnação do Verbo, foi reconhecida a possibilidade da representação de Cristo e a veneração das imagens. Mesmo assim, há, neste domínio, diferença entre os católicos, pródigos em imagens, os protestantes, reservados, que se limitam à cruz, e os ortodoxos, que são mestres na arte dos ícones. |
Vamos lá a limpar isto, pessoal! (Passem o cursor por cima para chamar a equipa de limpeza) Vamos lá a limpar isto, pessoal! (Passem o cursor por cima para chamar a equipa de limpeza)
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![]() Lei da Barbárie Certa ![]() Para que a barbárie se afirme basta que o homem civilizado se acomode à inacção Edmund Burke |
Agora que a gripe das galinhas anda a fazer das suas nas fronteiras da União Europeia torna-se conveniente conhecer com algum detalhe o ciclo de vida desses animais. É o que vos propomos que façam passando o cursor por cima desta sequência. |
![]() É preciso explicar! É preciso explicar! Como estranho que sou à vida partidária já há algum tempo fiquei muito surpreendido por alguém dizer – creio que Miguel Sousa Tavares – que a estrutura actual dos partidos de poder abominava a ideia de admitir novos militantes pois isso apenas significava que quando chegasse a hora de partilha do bolo do poder haveria que o dividir por mais bocas... Eu sempre pensara que o objectivo natural de qualquer partido era ter mais militantes inscritos (quantos mais melhor), pagando as respectivas quotas e participando activamente nas acções partidárias quer estas fossem as de mera formação de opinião e cultura política quer fossem as acções de rua como a colagem de cartazes, o desfilar com bandeirinhas etc., etc. Ingénuo, Ingénuo!!! Afinal há mais... Não só não convém acrescentar mais militantes como, dos que estão, muitos não pagam as quotas. Alguém as paga por eles e garante desse modo o respectivo voto para se manter nos orgãos dirigentes do partido... Ingénuo, Ingénuo!!!
Sobre esta mesma matéria Pedro Adão e Silva escreve no Diário Económico acrescentando alguma luz numa zona em que o cidadão comum está quase completamente às escuras. «(...)Mas, acima de tudo, o aumento do valor das quotas e o seu pagamento directo pelos militantes. Um estranho à vida partidária terá a tendência para olhar com cepticismo para este debate. Dá-se, contudo, o caso de nele assentar uma parte importante dos mecanismos de reprodução de poder interno nos partidos. A discussão sobre de que forma as quotas devem ser pagas é um excelente observatório dos males dos partidos e da forma como estes podem ser ultrapassados. |
![]() Nuno Sampaio, no DE, desenvolve um raciocínio interessante sobre a crise Islão-Ocidente que se está a viver invocando a obra de Samuel P. Huntington “The Clash of Civilizations - Remaking of World Order” como referência de análise. «(...)Apesar deste clima de tensão, de “quase-guerra” para usar as palavras de Huntington, os líderes políticos ocidentais têm proclamado que o Ocidente não tem problemas com o Islão, mas apenas com os grupos extremistas islâmicos violentos. Na perspectiva de Samuel Huntington as coisas não são assim tão simples: “As causas deste padrão de comportamento conflituoso não assentam em fenómenos transitórios, como o apaixonado ímpeto cristão do século XII ou o fundamentalismo muçulmano do século XX. (…) O conflito é um produto da sua diferença, particularmente entre a ideia muçulmana do Islão como modo de vida transcendente, unificando religião e política, em oposição ao conceito cristão da separação dos reinos de Deus e de César.” E aonde é que tudo isto nos leva? À imposição da "sharia" como lei universal?
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Esta notícia destina-se ao Governo Português e em especial aos actuais e futuros responsáveis pela definição da política orçamental. Bush, o Grande Bush, o inominável Bush, acaba de propor um orçamento para 2007 que faz crescer as despesas militares e, para compensar, corta benefícios sociais federais em particular programas de saúde para apoio aos mais desfavorecidos. Boa! Assim sim! Há que aprender com quem sabe... |
![]() [I support Denmark] «Podemos criticar os nossos governantes, discutir o sexo dos nossos anjos, brincar com o Papa ou com o Dalai Lama, com Estaline ou Mao, podemos aturar dia sim dia não vídeos de raptores, podemos ver pessoas ser degoladas, podemos conviver com o receio permanente de que algum doente mental se decida fazer explodir ao nosso lado, mas somos obrigados a respeitar um deus que não é nosso de uma forma que não exigimos a ninguém que respeite todos os outros deuses. |
![]() ![]() ![]() Também quero levitar... Já posso? Já posso? |
![]() Vasco Pulido Valente no Público«(...) Ao lado, no Irão, em que se esperava a emergência progressiva dos "moderados", ganhou um radical, Ahmadinejad, que nega o Holocausto, pretende destruir Israel e quer a bomba. Na Palestina, o Hamas, um partido armado e terrorista, campeão e promotor dos "mártires", tem agora a maioria no "parlamento" e tenciona firmemente continuar igual a si mesmo, quanto mais não seja porque, se não ficasse, aparecia logo à sua esquerda um segundo Hamas com um nome qualquer, muito pior do que ele. O que é que aconteceria se houvesse eleições livres na Síria na Arábia, no Egipto, na Líbia, na Tunísia, na Argélia ou no vizinho Marrocos? A democracia que Bush, Blair e um certo Ocidente bem-pensante consideram a panaceia universal só pode produzir no Médio Oriente, e no mundo islâmico em geral, uma absoluta catástrofe. Se houvesse eleições livres no Afeganistão, no Paquistão, na Síria, na Arábia, no Egipto, na Líbia, na Tunísia, na Argélia e em Marrocos desaparecia num minuto toda a gente com a mais vaga veleidade de negociar ou conviver com o Grande Satã americano e o pequeno Satã da velha Europa. Por muito que nos custe e custe ao perigosíssimo Presidente Bush, sem os tiranos, que, para nosso bem e conveniência deles, conservam as massas muçulmanas numa relativa passividade, não escapávamos com certeza a um triste fim. Em 1914, ninguém, por definição, conseguiu imaginar o inimaginável, nem sequer, e apesar de Hitler, em 39. Hoje também não. Mas devíamos tentar.a miséria da "rua" na Arábia ou em Marrocos conhece, inveja e odeia, esta ilha do Ocidente, rica, arrogante e vulnerável Há factos tão simples que até Bush anda perto de reconhecer. As regiões do petróleo, do Médio Oriente à Venezuela de Chávez, são incontroláveis, política e militarmente. A dependência do petróleo da América e da Europa é quase total. O consumo de petróleo aumentou, e vai continuar a aumentar, por causa da China e da Índia. E a miséria da "rua" na Arábia ou em Marrocos conhece, inveja e odeia, como dantes não acontecia, esta ilha do Ocidente, rica, arrogante e vulnerável. Sobretudo, vulnerável.» |
O segredo para ter sucesso é saber a quem atribuir a culpa dos seus fracassosSérgio Figueiredo no Jornal de Negócios aponta o dedo ao vício nacional de dizer mal de tudo aquilo que sobressai acima da média e, na passada, tentar arrastar para o lamaçal da mediocridade colectiva quem quer que tenha o atrevimento de tomar a dianteira. «(...) Bem sei que a sociedade portuguesa está escaldada, que perdeu a confiança nas instituições e retirou o crédito às suas lideranças. |
| António Cunha Vaz no Diário Económico ironiza: «(...) Em Portugal, o que é, é. O que parece é coisa que por cá não floresce.(...) ![]()
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Se também gosta, como eu, de destruir bolhinhas de plástico tem aqui a distracção de que precisa. O modo Maníaco é o mais eficaz pois nem é preciso clicar. Basta passar com o cursor por cima e as bolhinhas rebentam. Ah, não esqueça. Para a experiência ser mais realista ligue as colunas de som. |
![]() Com o preço do petróleo sempre a subir e o poder de compra sempre a descer já falta pouco para começarmos a recorrer a este tipo de transporte. Tem a óbvia vantagem de ser pouco sensível à evolução do preço do barril de petróleo e, além disso, ser menos nocivo para o ambiente do que o tradicional automóvel. ![]() ![]() |