Pelo andar da carruagem qualquer dia temos de andar com (e pedir) um certificado de origem para atestar da nossa genuína natureza humana. P.S. se quiserem ver um vídeo com uma súmula dos robots que já existem cliquem aqui. A cara do robot que aparece no vídeo e que emula Einstein é feita com "frubber". |
![]() "O vítima" já começou, outra vez, a fazer olhinhos Nuno Brederode dos Santos fala-nos do regresso ao pódio mediático do abominável Santana Lopes. Leiam o que NBS diz e convençam-se de uma coisa: ainda havemos de aturar muito a Santana Lopes; estou certo que PSL ainda não desistiu do seu projecto de vir a ser Presidente da República. Longe vá o agouro, mas... «(...) [Santana Lopes], porém, em quatro escassos meses, excedeu as piores expectativas. Não me refiro já aos contributos que deu para o anedotário do pós-25 de Abril, mas sim ao vertiginoso carnaval de improvisos, leviandades, demagogias, vitimizações obsessivas, faltas de sentido de Estado, descoordenações, mancebias entre Estado e partido, contradições e "trapalhadas" (tantas e tais, que esta palavra instalou-se e desperta tão pavlovianamente os receios populares que já não é fácil fazer oposição sem ela). |
Há espectáculos de ilusionismo que me deixam maravilhada. Este é um exemplo! Como é que ela consegue trocar de vestido tantas vezes e tão rápido? Como? |
As nossas escolas vão produzindo autênticas pérolas de sabedoria. As ideias tendem a misturar-se e os fracos conhecimentos de português também não ajudam. Eis uma resposta de um aluno a uma pergunta de história sobre a evolução civilizacional dos índios...
![]() Veja aqui o que é a sífilis e como se trata
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![]() A tolerância segundo o Islão radical O Prof. Adriano Moreira escreve um ensaio na Visão da semana de 19 a 25 de Outubro sobre "Os limites da tolerância". Como é seu hábito torna claras ideias que andam confusas. A não perder! «(...) A turbulência causada pelo discurso académico que Bento XVI fez na Universidade de Ratisbona, abordando com notável qualidade a questão do encontro e debate entre as áreas culturais nesta conjuntura de liberdade internacional sem precedente, com acento tónico nas relações entre a razão e a fé, aconselha a alargar a meditação sobre os limites da tolerância.(...) |
![]() Em tempos mascarei-me (deixei-me mascarar...) de múmia. Felizmente a situação retratada não me aconteceu, mas a lição fica tirada: |
Lançamento do Space Shuttle visto de um ângulo pouco usual: a estação orbital. |
E alguém acredita que deste desastre só resultaram 10 feridos?... Só mesmo no Japão (ou no Entroncamento...) |
Esta deve ser a máxima que orienta a actividade de todos os funcionários da TV Cabo e da Net Cabo
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![]() Bienvenidos a bordo! Os espanhóis e em especial a geração entre os 18 e os 24 anos acham uma boa ideia anexar Portugal à Espanha. Pelo menos é isso que tem de se concluir dum inquérito feito pela revista Tiempo em que quase 50% dos espanhóis são a favor da união de estados ibéricos mas... acha que o estado resultante deve chamar-se ESPANHA e ter a capital em Madrid. A alternativa de denominar o novo estado de IBÉRIA foi rejeitada. É caso para dizer que o que 50% dos espanhóis defendem é a anexação (!) pura e simples de Portugal. Já se esperava.
«Quase metade dos espanhóis (45,7%) querem a união entre Portugal e Espanha, com a maioria a defender que o novo país deve chamar-se Espanha, ter Madrid como capital e manter o regime monárquico. |
QUESTÃO PROPOSTA: 6 + 7 = RESULTADO APRESENTADO PELO ALUNO:
6 + 7 = 18 ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO PROFESSOR ANÁLISE:
![]() Como é? Isto são as novas tendências da pedagogia? Digam lá isso outra vez. Acho que ainda estou muito ensonado... |
![]() Mas afinal, na demonização em curso do funcionalismo público, o que é que o Governo se terá esquecido de dizer? Manuela Arcanjo escreve no DN sobre o Estado, os Funcionários Públicos e os "esquecimentos" do Governo. É de ler. «(...)Então, o que é que o Governo se esquece de transmitir para a opinião pública? Três questões essenciais. Em primeiro lugar, os funcionários públicos constituem uma fonte certa de receita fiscal já que não existem declarações abaixo das remunerações efectivas ou outras formas de evasão em sede de IRS. |
"Tendo em conta a falta de esperteza do alce e o seu estranhamente tosco instinto de sobrevivência, o mais surpreendente é que é uma das criaturas mais antigas da América do Norte. Quando os mastodontes caminhavam sobre a terra os alces estavam entre eles. Mamutes, tigres dente-de-sabre, leões-da-montanha, lobos, caribus, cavalos selvagens e até camelos existiram outrora no leste dos Estados Unidos mas lentamente foram-se extinguindo enquanto que o alce perseverou, imperturbável pelas Idades de Gelo, impactos de meteorito, erupções vulcânicas ou movimento dos continentes. (...) Para mim, ainda mais pertinente é a simples ideia de que há algo de errado em caçar um animal tão tonto como o alce. Matar um alce não é um grande feito. Já encontrei alces em estado selvagem, e digo-vos que nos podemos aproximar dele e matá-los com um jornal enrolado." Bill Bryson – Notas sobre um país grande – Quetzal Editores
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![]() Basta de manhas! BASTA! António Perez Metelo fala-nos dos truques usados por Alberto João Jardim, desde há muitos anos, para sugar o Orçamento de Estado e injectar dinheiro a rodos na Madeira com óbvio prejuízo do todo nacional. O homem é descarado, não tem vergonha nenhuma na cara e, até hoje, com esse descaramento impune tem conseguido levar a água ao moinho dele. Basta-lhe insultar os "continentais" e pronto, lá vão mais uns milhões para a Madeira. Mas agora isso está a acabar... Até que enfim! «(...) entrevistei o presidente do Governo Regional da Madeira, na TSF, em finais da década de 80 numa altura, na qual, depois de muita discussão, se tinha chegado a um acordo típico nestas circunstâncias: a República assumia uma parte da dívida regional, mas a Região Autónoma obrigava-se a não contrair nova dívida para além de limites bem precisos. No decorrer da entrevista, João Jardim, eufórico com o acordo alcançado, dissertava sobre a expansão futura da economia madeirense. Num cálculo mental rápido, confrontei o entrevistado com o facto de aquilo que ele ali anunciava ultrapassar largamente os limites impostos pelo acordo acabado de celebrar. A sonora gargalhada de Jardim ressoou no estúdio: |
![]() "Os alces são tão monumentalmente taralhocos que quando ouvem um carro ou camião a aproximar-se saem disparados da floresta para a estrada com a curiosa expectativa de que isso os leve para a segurança. Bill Bryson – Notas sobre um país grande – Quetzal Editores
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Você é daqueles que sempre teve curiosidade sobre "qual será a sensação de nos deitarmos numa cama com colchão de água?" Então não perca esta oportunidade de ver de que forma outros curiosos, como você, satisfizeram e viram recompensada a sua curiosidade... |
"O alce é, sem dúvida, a criatura mais improvável e irremediavelmente terna que se pode encontrar nas regiões selvagens. É enorme, do tamanho de um cavalo, mas desajeitado. Um alce corre como se as suas pernas nunca tivessem sido apresentadas umas às outras. Até as hastes não têm emenda. Outras criaturas têm hastes com pontas aguçadas, que não só são maravilhosas de perfil como impõem respeito aos adversários. As hastes dos alces parecem luvas para o forno. Acima de tudo, o que mais distingue o alce é a sua ilimitada ausência de inteligência. Se estiver a conduzir, e um alce lhe aparecer na frente vindo da floresta, ele vai olhar para si de soslaio durante um longo minuto e depois, de repente, desatar a fugir estrada fora, com as suas pernas descoordenadas a irem em oito direcções ao mesmo tempo." Bill Bryson – Notas sobre um país grande – Quetzal Editores
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Não sei se acontece convosco o mesmo que comigo mas a verdade é que não tenho paciência nenhuma para usar os programas de geração de imagens fractais que estão disponíveis na net. Em contrapartida fico muitas vezes maravilhado com as imagens que outros, com a paciência e o jeito que me faltam, conseguem obter. Vejam em baixo uma dessas imagens. ![]() Linda esta imagem fractal, não acham? Mas vista em tamanho maior é outra coisa... Para ampliar cliquem na imagem. P.S. se quiserem gerar vós próprios imagens deste tipo vão aqui e façam o download do programa Apophysis. |
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A última palavra em chapéus de chuva para este inverno é... usar o computador portátil. Começou a chover e esqueceu-se do chapéu de chuva em casa? Não há problema. Abre o portátil, coloca-o em cima da cabeça a fazer de telhado e pronto, já está ! (avariado?) |
![]() Monstro ou Banana? Pedro Adão e Silva tece no DE comentários à entrevista ao "Sol" do ainda Procurador Geral da República dr. Souto Moura. As conclusões são pesadas e são formuladas sobre a forma de uma questão: será o dr. Souto Moura um monstro ou um banana? «(...) O modo como nos fomos habituando a ouvir o dr. Souto de Moura falar é, exemplo paradigmático de que não estava à altura nem do cargo, nem do contexto em que o exerceu. Se se sentiu “pressionadíssimo” pela comunicação social e se foi o facto de ter jornalistas todo o dia à porta que o levou a fazer declarações equívocas, quando não contraditórias – que dá-se o caso de tocarem aspectos centrais da vida de cidadãos –, então, pura e simplesmente não tinha condições para ser procurador-geral. Não se trata duma questão lateral ou de uma nota de rodapé no exercício de funções de chefia no Ministério Público. É que do procurador-geral espera-se peso institucional, contenção e solidez nas declarações que profere. E espera-se também que tenha como preocupação interiorizar o princípio da presunção da inocência de todos os cidadãos e que não trate esta questão com ligeireza. |